Corede/VRP vai encaminhar carta de demandas aos candidatos

Santa Cruz do Sul – O Conselho Regional de Desenvolvimento do Vale do Rio Pardo (Corede/VRP) vai elaborar uma carta contemplando as demandas regionais e fará a entrega aos candidatos ao Governo do Estado e ao Senado Federal. A proposta foi apresentada no 1º Seminário de Articulação e Integração das Políticas Regionais do Vale do Rio Pardo, que aconteceu nesta terça-feira, dia 28, na Unisc.

345074_820593_img_0097 (1)O evento, que congregou uma série de entidades, contou com uma conferência com o doutor Antônio Paulo Cargnin (PPGGEO-UFRGS e SPGG-RS), além da apresentação das Políticas e Projetos de Planejamento Territorial na Região, pela Associação dos Municípios do Vale do Rio Pardo (AMVARP) e Centro-Serra (AMCSERRA), a Associação dos Municípios do Turismo da Região do Vale do Rio Pardo (ATURVARP) e Associação do Turismo dos Municípios do Centro Serra (ATURCSERRA), o Consórcio Intermunicipal de Serviços (CISVALE), o Consórcio Intermunicipal do Vale do Jacuí e o Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Pardo e do Baixo Jacuí e o APL de Agroindústria e Produção de Alimentos da Agricultura Familiar do Vale do Rio Pardo.

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Santa Cruz do Sul (ACI-SCSC), Lucas Rubinger, fez uma rápida explanação da campanha Duplica 287, e convidou a todos os municípios a se engajarem nesta luta.

Ações

O professor Rogério Silveira, do Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento Regional da Unisc, que coordenou o Seminário, destaca algumas ações que foram propostas a partir do evento. Entre elas, está a elaboração de uma carta de intenções da região, com propostas de investimentos prioritários, para a entrega aos candidatos ao Governo do Estado e ao Senado. “Trata-se de algo muito importante para que se possa cobrar um posicionamento posterior dos eleitos no comprometimento com a região”, observou.

As outras ações contemplam áreas como o turismo, com a revisão e atualização do Plano Estratégico de Desenvolvimento; a promoção de seminários nas áreas ambiental para tratar de boas práticas de resíduos sólidos e conhecer outras experiências; de planejamento territorial, para a revisão dos Planos Diretores; de energia alternativa, para a produção de energia fotovoltaica; além de um mapeamento das instituições para a cartografia regional de suas experiências.

Audiência Pública debate os impactos do uso de agrotóxicos

Santa Cruz do Sul – Aconteceu na tarde desta sexta-feira, dia 24, na Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) o Fórum Gaúcho de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos (FGCIA) que é uma iniciativa do Ministério Público Federal (MPF) no Rio Grande do Sul (RS), do Ministério Público do Trabalho (MPT) e do Ministério Público de Estado (MP/RS). O evento contou com o apoio do Arranjo Produtivo Local (APL) de Agroindústria e Produção de Alimentos do Vale do Rio Pardo.344821_819535_dscn5113_web_

A audiência pública abordou os impactos do uso de agrotóxicos na saúde humana, meio ambiente e consumidor. Segundo o coordenador do FGCIA, procurador da República Rodrigo Valdez de Oliveira, o evento é um espaço para troca de informações, debates e encaminhamentos entre a população e os representantes de órgãos públicos, associações civis, estabelecimentos de saúde, conselhos, universidades e movimentos sociais organizados. “Buscamos o apoio de todas essas entidades e órgãos para diminuir o uso de agrotóxicos no mundo e assim diminuir o impacto ambiental que ele causa, sem falar na saúde da população, explica o coordenador.

O Brasil é um dos países que mais consome agrotóxicos no mundo. “A sociedade vem arcando, jáhá bastante tempo com os prejuízos sociais e ambientais de um modelo de produção que estimula e tem como base o uso dos agrotóxicos e adubos sintéticos. O que muitos ignoram é que é possível produzir alimentos sem o uso de agrotóxicos. Precisamos conscientizar a produção orgânica e ecológica, tratando cada gleba com o cuidado necessário, fornecendo ao solo os nutrientes necessários através de boas práticas agrícolas” salientou o procurador da República Rodrigo Valdez de Oliveira.344821_819537_dscn5111_web_

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Parecer técnico para funcionamento do CVT é aprovado pelo MCTIC

Rio Pardo – Inaugurado em março durante a Expoagro Afubra, o Centro Vocacional Tecnológico do Vale do Rio Pardo (CVT VRP) teve a mudança do foco de atuação pré-aprovado na semana passada pelos técnicos do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Ainda são necessários mais dois passos para que as alterações do plano de trabalho encaminhado ao Ministério em janeiro, possam ser aplicadas e o local passe a funcionar na prática.343597_814762_img_0242

Inicialmente, o CVT atuaria na pesquisa de produção de biocombustível e de extração de óleos vegetais. Mas em dezembro de 2017, a governança, formada por entidades regionais, aprovou a alteração do seu foco de atuação para a promoção de ações aos produtores de tabaco e diversificação da produção da agricultura familiar para a produção de alimentos. A solicitação para a readequação do plano de trabalho e de estrutura foi encaminhada em janeiro para que possa inclusive abrigar o APL de Agroindústria e Produção de Alimentos do Vale do Rio Pardo.

As obras do Centro foram iniciadas em 2014, com recursos federais por intermédio do MCTIC. O empreendimento teve investimento de R$ 2.502.503,00 e possui mais de 900 m² de área construída, com salas de aula, auditório, salas para produção e manipulação de alimentos industrializados, sala de central de informática, área administrativa, centro de convivência, cozinha e banheiros. Algumas instalações ainda carecem de adequação, previstas no novo plano de trabalho.

Uma reunião nesta quinta-feira, dia 9, no gabinete doa prefeito de Rio Pardo, Rafael de Barros, com as presenças do secretário de Planejamento, Indústria e Comércio, Diego Dressler; da coordenadora de Central de Projetos, Deizemara Ana de Souza, e de uma comitiva da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), do pró-reitor de Extensão e Relações Comunitárias, Angelo Hoff; Patrícia Maria Konzen Klamt, assessora de Prestação de Serviços, e o gestor do APL de Produção de Alimentos da Agricultura Familiar do Vale do Rio Pardo, Jesus Edemir Rodrigues, discutiu as próximas ações referentes ao CVT.

O prefeito Rafael Barros destacou a importância desta alteração no plano de trabalho para que possam ser finalizadas as adequações na estrutura, como a instalação de um refeitório, uma cozinha para a industrialização de alimentos, entre outras mudanças. “É preciso receber o aval para possamos dar fim a essas adequações e podermos colocar o CVT em funcionamento que é essencial para a nossa região”, destacou o prefeito. Com as novidades, a expectativa da equipe de gestão é de que o centro entre em funcionamento ainda neste segundo semestre.

Atividades

Entre as atividades planejadas para o CVT VRP estão o atendimento às famílias rurais com um conjunto de ações de extensão. Estão previstos cursos nas áreas de Boas práticas de produção primária de olericulturas, piscicultura, fruticultura; Dietas e melhoramento genético da produção de leite; Boas práticas de beneficiamento de alimentos de origem vegetal e animal; o de Gestão da unidade de produção familiar, associativismo e cooperativismo; e o de Produção orgânica, agroecológica e certificação.

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Ibarama promove Saberes, Sabores e Sementes Crioulas

Ibarama – O município de Ibarama sedia nos dias 9 e 10 de agosto, a XVIII edição do Saberes, Sabores e Sementes Crioulas e o APL de Agroindústrias e Produção de Alimentos da Agricultura Familiar do Vale do Rio Pardo é um dos apoiadores deste evento. A programação será intensa e será realizado o 17º Dia da Troca das Sementes Crioulas, o 7º Seminário da Agro biodiversidade Crioula, a 7ª Feira da Economia Popular Solidária, 7º Seminário dos Guardiões Mirins das Sementes Crioulas e Espaço Solidário de Sementes, Mudas e Plantas Bioativas. A abertura oficial será na sexta-feira, dia 10, às 13h30.

Na quinta-feira, dia 9, no Salão Paroquial de Ibarama, haverá um painel sobre Plantas Bioativas, com palestras e oficinas acerca do assunto, relacionando o tema com a área da saúde. As palestras serão ministradas pela professora e coordenadora do Curso de Farmácia da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), Chana de Medeiros da Silva, o engenheiro agrônomo e assistente técnico estadual da Emater/RS-Ascar responsável pela área de plantas bioativas, Gervásio Paulus, e o engenheiro agrônomo do Centro de Treinamento de Agricultores de Nova Petrópolis (Cetanp), Arnaldo José Basso.

No período da tarde às 13h30, no espaço Solidário das Plantas Bioativas (junto ao Ginásio de Esportes), acontecerá uma oficina sobre elaboração de receitas com plantas medicinais, ministrada pelo Extensionista Rural Social e instrutor do Centro de Treinamento da Emater/RS-Ascar de Não-Me-Toque/RS, Fernando Missio.

Já para o dia 10, haverá uma programação específica para estudantes e agricultores. Às 9h30, serão feitos relatos de experiências por jovens guardiões das sementes crioulas, enfatizando suas vivências, como sucessores da multiplicação e destacando a importância da realização dessas atividades tanto no município de Ibarama, quanto em outros municípios. Às 10h30, acontecerão 5 oficinas temáticas sobre usos e manejo das sementes crioulas, a nível de propriedade: Conservação das sementes, germinação, seleção e classificação de sementes, adubação verde e plantas de cobertura, finalidade e uso (culinária e artesanato).

Durante os 2 dias do evento, ocorre a Feira da Economia Popular Solidária e o Dia da Troca de Sementes Crioulas, onde os agricultores socializam experiências com o público participante, além de comercializarem suas sementes crioulas e mudas. Essa troca de saberes e multiplicação de sementes, é uma ação de extrema importância para a preservação da agro biodiversidade crioula e manutenção dessas cultivares em poder dos próprios agricultores.

O evento conta com o apoio da APL de Agroindústria e Produção de Alimentos da Agricultura Familiar do Vale do Rio Pardo, Embrapa, Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo – SDR, Centro de Apoio e Promoção da Agroecologia – CAPA, Fundação Luterana de Diaconia – FLD, Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Cooperagudo, Sicredi, Afubra, Universidade Estadual do Rio Grande do Sul – UERGS, Escola Família Agrícola de Vale do Sol e Santa Cruz do Sul, Centro Vocacional Tecnológico em Agroecologia, Agrobiodiversidade e Sustentabilidade e Núcleo de Estudos em Agroecologia (CVT/NEA).

 

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