APL VRP cria grupo de trabalho para alinhar plano estratégico com o Corede

Santa Cruz do Sul  – O APL VRP de Agroindústria e Produção de Alimentos da Agricultura Familiar do Vale do Rio Pardo realizou a última reunião de governança nesta terça-feira na Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc). Um dos temas discutidos e aprovados foi a criação de uma comissão que irá alinhar o plano estratégico do APL VRP com o do Corede VRP.

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Segundo o coordenador do APL VRP, João Paulo Reis Costa, existem pontos de convergência entre os dois planos estratégicos. “Precisamos aprofundar cada vez mais esse debate para fortalecermos as ações da produção de alimentos da agricultura familiar e definirmos projetos de convergência”, citou. Segundo Reis Costa, a comissão que contará com 10 componentes vai ser responsável por montar esses projetos prioritários.

Outro ponto foi a confirmação da participação do APL VRP dentro do complexo do Centro Vocacional Tecnológico do Vale do Rio Pardo (CVT VRP), em Rincão Del Rey, Rio Pardo. O pró-reitor de Pesquisa e Extensão da Unisc, Angelo Hoff, apresentou a maquete da estrutura, obra que está quase pronta e terá sua inauguração durante a Expoagro Afubra, em março. “Nossa maior preocupação é dar vida ao complexo. APL e CVT possuem uma sinergia muito grande e tem tudo para se completarem, pois a estrutura estará à disposição para as mais diversas atividades”, destacou Angelo. Os participantes da reunião confirmaram a adesão ao complexo, sendo que a primeira reunião em 2018, no dia 6 de março foi pré-agendada para este local.

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Ainda foram apresentados os cursos que serão ministrados no CVT em 2018: o de Boas práticas de produção primária de olericulturas, piscicultura, fruticultura; Curso básico, dietas e melhoramento genético da produção de leite; Boas práticas de beneficiamento de alimentos de origem vegetal e animal; Gestão da unidade de produção familiar, associativismo e cooperativismo; Produção orgânica, agroecológica e certificação. Ficou a sugestão de se montar um Curso de Boas práticas para feirantes.

Ainda houve a definição de um roteiro de treinamentos da plataforma Daqui Alimentos, que deve ser realizada em janeiro em vários municípios da região.

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APL VRP realiza última reunião de governança

Encontro será na Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), na terça-feira, dia 19

Santa Cruz do Sul – O APL VRP – Agroindústria e Produção de Alimentos da Agricultura Familiar do Vale do Rio Pardo realiza reunião dos integrantes da Governança na próxima terça-feira, dia 19, a partir das 9 horas, na sala 202 do Bloco 2 da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc).

O encontro visa debater assuntos relacionados à atividade da agricultura familiar. Na pauta está a discussão e alinhamento dos planos estratégicos do APL VRP e do Corede VRP; a proposta de ocupação do espaço do CVT pelo APL e a presentação e discussão dos cursos que serão desenvolvidos no CVT em ainda a definição de roteiro para demonstração do Daqui Alimentos.

Segundo o coordenador do APL VRP, João Paulo Reis Costa, a reunião vai definir ações para 2018. “Tivemos uma série de atividades ao longo de 2017 e precisamos projetar o próximo ano, que também será significativo, em especial pelo lançamento da plataforma Daqui Alimentos, bem como da transferência da sede do APL para as instalações do Centro Vocacional Tecnológico, em Rincão del Rey”, destaca.

 

APL VRP sedia encontro do grupo de articulação em agroecologia

Notícia da aprovação da Especialização em Produção Orgânica e Agroecologia na Uergs, em Santa Cruz do Sul foi comemorada pelos participantes
Santa Cruz do Sul – A Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), por intermédio do APL VRP – Agroindústrias e Produção de Alimentos da Agricultura Familiar, sediou uma reunião do grupo de Articulação e Agroecologia do Vale do Rio Pardo. Em quatro anos da articulação, esta foi a primeira vez que ocorreu este encontro dentro da universidade.

O grupo contou com as presenças de representantes de agricultores, do Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura Familiar, do APL VRP, da Escola Família Agrícola de Santa Cruz do Sul (Efasc), Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs), e Escola Família Agrícola de Vale do Sol (Efasol), Grupo Gaia de Agroecologia.

Uma série de assuntos estiveram em pauta. Em especial a aprovação da especialização em Produção Orgânica e Agroecologia na unidade de Santa Cruz do Sul da Uergs, em parceria com a Efasc. A previsão de início é de 2018, e o curso é voltado para jovens do campo em busca de formação em agroecologia, assim como será o ba328774_758453_dscn4393charelado em Agroecologia que está sendo construído e com boas perspectivas para começar em 2019.

Outro ponto debatido foi o fortalecimento do grupo, principalmente para atrair um maior número de pessoas para o debate da agroecologia. O coordenador do APL VRP, João Paulo Reis Costa observou a dificuldade de ações do grupo como visitas técnicas e visitas de estudos. “A grande dificuldade no ano foi a socialização das agendas e o somatório destes eventos, pois muitas entidades que compõe a Articulação fizeram atividades no mesmo dia/período”, citou. Também foi citada a presença das entidades dos eventos a fim de trocar experiências e fazer as reuniões em locais diferentes dos integrantes da AAVRP a fim de fortalecer a entidade. Outra ideia é ter uma agenda de discussões e cada entidade responsabilizar de promover as suas ações.

CVT VRP

O gestor do APL VRP Jesus Edemir Rodrigues destacou a possibilidade de uma feira orgânica da agricultura familiar da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc). “Em Lajeado já existe uma experiência de uma feira campus universitário e vamos realizar uma visita técnica essa ação”, citou.

A segunda ação apresentada por Rodrigues é a criação de um grupo gestor para o CVT em Rio Pardo, que terá cinco cursos agendados para 2018: Boas práticas de produção primária de olericulturas, piscicultura, fruticultura; Curso básico, dietas e melhoramento genético da produção leiteira; Boas práticas de beneficiamento de alimentos de origem vegetal e animal; Gestão da unidade de produção familiar, associativismo e cooperativismo e; Produção orgânica, agroecológica e certificação. Foi apresentado aos membros da AAVRP a possiblidade de construir e colaborar na metodologia dos cursos para os agricultores familiares.

Ainda foram elencadas algumas ações para 2018, como a necessidade de pensar, entre os agricultores e entidades, estratégias de comercialização regional, sendo que o APL VRP terá a plataforma de comercialização Daqui Alimentos uma forma de viabilizar essa interlocução entre oferta e demanda de alimentos.

Foi apresentada pelo presidente da Agefa, Adair Pozzebon, a pesquisa construída pelo GT Sementes Crioulas para identificar os guardiões da agro biodiversidade do Rio Grande do Sul. Um foco será mapear todos os eventos realizados com sementes crioulas no estado e o segundo é realizar a pesquisa via internet. “Será possível criar políticas públicas, como troca-troca de sementes e outras ações importantes neste campo”, citou.

Comitê Gestor do Centro Vocacional Tecnológico define plano de ação e cursos para 2018

Santa Cruz do Sul – A Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) sediou na manhã desta terça-feira, 12, uma reunião das entidades que compõe o Comitê Gestor do Centro Vocacional Tecnológico do Vale do Rio Pardo (CVT-VRP). O encontro, que contou com a participação da reitora da Unisc, Carmen Lúcia de Lima Helfer; do presidente do Cisvale, prefeito de Venâncio Aires, Giovane Wickert; e do prefeito de Rio Pardo, Rafael Barros, teve como objetivo aprovar o plano de ação do CVT VRP, além de definir os primeiros cursos a serem ministrados no local.

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A inauguração do centro, que fica localizado junto ao parque da Expoagro, em Rincão Del Rey, Rio Pardo, vai acontecer durante a Expoagro Afubra em março de 2017. O local foi concebido para ser um centro de formação voltado para a comunidade, com o objetivo de identificar e desenvolver alternativas de diversificação da produção agrícola agropecuária com incremento de conteúdo tecnológico em produtos, processos ou serviços.

As atividades planejadas para o CVT-VRP incluem o atendimento às famílias rurais com um conjunto de ações de extensão com caráter multidisciplinar, educativo, e cultural para buscar soluções alternativas e complementares ao cultivo do tabaco como forma de diminuir a dependência econômica regional desta cultura.

Os primeiros cinco cursos a serem oferecidos em 2018 são o de Boas práticas de produção primária de olericulturas, piscicultura, fruticultura; o Curso básico, dietas e melhoramento genético da produção de leite; o de Boas práticas de beneficiamento de alimentos de origem vegetal e animal; o de Gestão da unidade de produção familiar, associativismo e cooperativismo; e o de Produção orgânica, agroecológica e certificação.

Segundo a reitora da Unisc, Carmen Lúcia de Lima Helfer, o CVT será um importante instrumento decapacitação para agricultura familiar da região. “Trata-se de uma conquista importante para todos e ver as entidades se unindo neste Comitê Gestor é fundamental para mantermos uma atividade pulsante”, observou.

Entidades

O Comitê Gestor do Centro Vocacional Tecnológico do Vale do Rio Pardo (CVT VRP) é formado pelas entidades: Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), Prefeitura de Rio Pardo, APL VRP Produção de Alimentos, Conselho Regional de Desenvolvimento do Vale do Rio Pardo (Corede VRP), Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Associação Gaúcha de Escolas Famílias Agrícolas (AGEFA), Associação dos Municípios do Vale do Rio Pardo (AMVARP), Associação dos Municípios do Centro Serra (AMCSERRA), Consórcio Intermunicipal de Serviço do Vale do Rio Pardo (Cisvale), Consórcio Vale do Jacuí, Emater/RS – ASCAR – Regional de Soledade, Embrapa Clima Temperado, Regional Sindical Vale do Rio Pardo e Baixo Jacuí, Universidade Estadual do Rio Grande do Sul – Unidade de Santa Cruz do Sul (Uergs), SindiTabaco e Sindicato Rural.

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Plano de ações destacou realização de cinco cursos técnicos em 2018 (Jacson Miguel Stülp/CaseMKT)

 

Daqui Alimentos vai permitir a emissão de notas fiscais aos agricultores

Plataforma de comercialização, que está sendo elaborada pelo APL VRP, está agregando mais uma funcionalidade aos agricultores familiares: a emissão eletrônica da nota fiscal

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Encontro na Sefaz debateu a integração da plataforma e do sistema estadual (Divulgação)

Santa Cruz do Sul – A nova plataforma de comercialização que está sendo concebida pelo APL VRP – Agroindústria e Produção de Alimentos, a Daqui Alimentos, vai ter mais uma funcionalidade, além do fechamento de negócios entre os agricultores familiares e cooperativas com o mercado. Será possível emitir notas fiscais de forma eletrônica, a partir de uma integração junto com o sistema da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz).

Os gestores do APL VRP estiveram em Porto Alegre para conhecerem um pouco sobre essa realidade. Acompanhados do assessor do deputado estadual Edson Brum, Daniro Goetze, estiveram na audiência o pró-reitor de Pesquisa e Expensão, Angelo Hoff e o professor Eduardo Kroth, e do gestor do APL VRP, Jesus Edemir Rodrigues, que foram recepcionados por Guilherme Comiran e Paulo Cestari, da Sefaz.

Atualmente, os agricultores familiares gaúchos, enquadrados como microprodutor rural, emitem notas fiscais através do Bloco Modelo 15, sendo que alguns estabelecimentos comerciais estão evitando este tipo de nota. A Sefaz permite que o agricultor familiar emita a nota fiscal através de seu site, o que não é muito usual.

Assim, a equipe de desenvolvimento da plataforma Daqui Alimentos esteve reunida com técnicos da Sefaz, para conhecer as formas de comunicação com o sistema estadual. O agricultor familiar que estiver na plataforma que está sendo desenvolvida pelo APL VRP poderá emitir suas notas fiscais através do sistema, junto com as outras funcionalidades já apresentadas.

A equipe da plataforma acredita que esta funcionalidade agregará muito valor aos agricultores familiares. “É uma funcionalidade muito importante para todas as partes. Para o agricultor, que terá a facilidade ao alcance das suas mãos; o comerciante, que já sai com a nota fiscal pronta da sua compra e também o Estado, que consegue ter um controle sobre a comercialização da produção agrícola, que atualmente é feita pelo Bloco Modelo 15, de forma manual”, observa o pró-reitor da Unisc, Angelo Hoff.

Segundo os técnicos da Sefaz, no primeiro semestre do ano que vem deve ser emitida uma nota técnica a fim de orientar o formato do sistema e as condições de acesso. Entretanto, para a emissão de nota fiscal eletrônica, por enquanto, será necessária uma assinatura digital.

Certificado Digital

Existem, atualmente, dois modelos de certificados digitais mais usados: o A1, com validade de até 12 meses, no qual o certificado é gerado e armazenado em software, e fica instalado diretamente no computador de seu titular. Já o A3 tem validade de até 36 meses e o certificado é gerado e armazenado em hardware criptográfico, que pode ser um cartão inteligente ou token. Ambos os modelos têm um custo anual em torno de R$ 300,00.

Outra possibilidade de certificação digital é o uso do cartão de correntista do Banrisul para aqueles agricultores que já possuem conta corrente em funcionamento. Também está em negociação para que os correntistas do Banco do Brasil e do Sicredi possam usar seus cartões como certificado digital. Para usar os cartões de correntistas de um dos bancos citados, não haverá custos adicionais. Porém, para seu uso, ainda será necessário fazer ajustes e liberação tanto dos bancos como da Sefaz.