Produção de alimentos ganha apoio do Governo do Estado

APL Agroindústria e Produção de Alimentos teve aprovação de projeto para receber recursos na ordem de R$ 150 mil

APL do Vale do Rio Pardo tem o foco na produção de alimentos Crédito: divulgação

APL do Vale do Rio Pardo tem o foco na produção de alimentos
Crédito: divulgação

Santa Cruz do Sul – O APL Agroindústria e Alimentos do Vale do Rio Pardo teve seu projeto selecionado pela Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI) e vai continuar a receber apoio do Governo do Estado para estruturação e fortalecimento de governança. A agência selecionou um total de 12 Arranjos Produtivos Locais (APLs), onde cada um será contemplado com R$ 150 mil para serem aplicados num período de 18 meses.

Segundo o pró-reitor de Extensão e Relações Comunitárias da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), Angelo Hoff, os recursos aprovados serão aplicados manutenção da estrutura. A partir do ano que vem a Unisc será a entidade gestora do APL, em substituição à Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra).

“Ainda estamos em busca de outros recursos, num edital que seleciona projetos para serem contemplados com valores entre R$ 200 mil e R$ 1 milhão, o que vai dar um combustível ainda maior para o APL”, destaca.

Ele ressalta que o importante é que o trabalho desenvolvido no Vale do Rio Pardo está sendo reconhecido pelo Governo do Estado, e será importante para dar novas perspectivas para o meio rural, em especial, como alternativas à produção rural. “Somos o único APL entre os selecionados que atua na área de produção de alimentos, o que é importante para que possamos seguir investindo neste setor”, observou.

Foram selecionados ainda os APLs Jogos Digitais (Vale do Sinos), Leite da Fronteira Noroeste, Leite de Santana do Livramento (Fronteira Oeste), Tecnologia da Informação e Comunicação da Região Norte – Polosul.org (Produção), Apicultura do Vale do Jaguari, Agroindústria do Litoral, Polo de Defesa de Santa Maria (Central), Tecnologia da Informação e Comunicação da Região Central – Centrosoftware, Polo de Moda do Norte Gaúcho (Rio da Várzea), Móveis de Torres (Litoral), Agroindústria e Alimentos do Vale do Rio Pardo, Vitivinícola da Serra Gaúcha.

Esses arranjos receberão R$ 150 mil em recursos pelo período de 18 meses – sendo que 10% do valor total do convênio deve ser aportado como contrapartida econômica ou financeira por parte do APL. A partir da divulgação do resultado, serão elaborados os planos de trabalho dos convênios junto às entidades gestoras de cada arranjo. Além disso, será verificado o atendimento aos pré-requisitos dos proponentes para conveniamento com o Estado. As assinaturas devem ocorrer até o final do ano, para início efetivo a partir de 2016. Também foram selecionados 11 APLs suplentes.

Atualmente, 19 arranjos gaúchos recebem apoio à governança. A partir do próximo ano, além desses 12 APLs selecionados agora, outros 10 terão direito a recursos para projetos estratégicos, por meio de edital que está em fase inicial de avaliação de propostas. Se um dos selecionados nesta quinta-feira for contemplado também pelo edital de projetos, pode ter de ceder lugar a um dos arranjos suplentes no edital de governança.

O que são os APLs – Os Arranjos Produtivos Locais (APLs) são conjuntos de empresas, produtores e instituições que, em um mesmo território, mantêm vínculos de cooperação. Com produtos semelhantes, participam da mesma cadeia produtiva, utilizam insumos comuns, necessitam de tecnologias semelhantes e informações sobre os mesmos mercados. Um APL é a prioridade definida por uma região para o seu desenvolvimento econômico.

 

Agricultura Familiar: Família Schuch aposta na inovação com instalação de agroindústria

Espaço servirá para higienizar e embalar hortigranjeiros colhidos na propriedade

Marino e a filha Daniela Schuch dão sequência ao legado iniciado pelo bisavô  (Jacson Miguel Stülp/CaseMKT)

Marino e a filha Daniela Schuch dão sequência ao legado iniciado pelo bisavô
(Jacson Miguel Stülp/CaseMKT)

Santa Cruz do Sul – A família Schuch, de Cerro Alegre, mantém uma tradição no cultivo de hortigranjeiros que já está na terceira geração. E se depender da vontade da família de Marino Schuch, a produção de verduras está com o futuro garantido, pois a filha Daniela Patrícia Schuch, de 19 anos, está com firme propósito de seguir o legado iniciado com o bisavô.

Apostando num diferencial de mercado, Daniela está colocando em prática a implantação da Agroindústria Schuch, um empreendimento que higieniza e embala produtos hortigrangeiros colhidos na propriedade de 45 hectares para serem entregues aos clientes – em geral, empresas do ramo de alimentação empresarial.

Ao lado dos pais Marino e Marli, Daniela optou por permanecer em casa a deixar em busca de emprego na cidade. “Coloquei para ela o quanto ela ganharia lá, fazendo os cálculos com os custos que teria e ela acabou por ficar aqui, na propriedade, seguindo nosso negócio”, observou o pai Marino. Do total de 45 hectares, 15 são ocupados com o plantio de vários hortigranjeiros, como alface, aipim, pimentão, repolho, cenoura, beterraba, rabanete, tempero verde, entre outros.

Daniela se preparou para empreender e inovar. Fez alguns cursos de boas práticas sob orientação da Emater/Ascar-RS em Caxias do Sul (RS) e traçou um plano de negócios para empreender na propriedade do pai. Foi quando descobriu a necessidade de entregar um produto melhor acabado para as empresas de cozinha industrial.

“Os produtos a gente tinha aqui na propriedade, mas havia a necessidade da gente entregar a produção melhor higienizada. E foi aí que investimos na agroindústria para a manipulação de alimentos”, observa Daniela. Além disso, outra necessidade era melhor aproveitar a produção, o que foi possível com as novas instalações.

Houve um investimento em torno de R$ 120 mil na construção de um prédio de 88 metros quadrados, dotado de câmeras frias para guardar o produto acabado -, além de equipamentos para higienização e embalagem a vácuo. Daniela estima que vai conseguir um incremento de renda em até 30%.

Um dos produtos que sai com melhor acabamento para as cozinhas industriais é o aipim – que sai agora embalado a vácuo e é congelado, sendo distribuído a partir da demanda dos clientes. “Estamos para adquirir uma máquina para descascar o aipim, sendo que uma para a limpeza de beterraba e cenoura já está em funcionamento”, salienta Daniela.

Atualmente são três as pessoas que trabalham na agroindústria, no acabamento dos produtos. “A forma de trabalho ainda é um processo que ainda precisa ser aprimorado, pois estamos num sistema novo de trabalho e muitas coisas aprendemos no dia a dia”, cita a jovem. Durante a safra nas empresas, a agroindústria chega a entregar em torno de cinco mil quilos de hortigranjeiros dos mais diversos.

Desta forma, Daniela estima que esteja dando um passo à frente e não espera encontrar uma concorrência tão cedo. “É claro que essa é uma necessidade do mercado, mas hoje as empresas não vão precisar buscar artigos para as cozinhas industriais com qualidade longe de Santa Cruz, o que encarece o produto. Temos esta mesma qualidade aqui.”

O engenheiro agrônomo da Emater/Ascar -RS, Assilo Martins Corrêa, que acompanhou todo o processo de implantação da agroindústria explica que o próximo passo será obter a certificação de qualidade para a Agroindústria Schuch. “Vamos em busca da certificação e do enquadramento com a obtenção do selo Sabor Gaúcho, obtido junto ao Governo do Estado”, citou.

Já Daniela faz planos para se qualificar ainda mais como gestora de negócio. Pretende cursar Administração ou alguma relacionada à produção de hortigranjeiros. Tudo para seguir com o legado da família na produção de alimentos.

 

Aipim é armazenado na câmera fria e entregue às empresas conforme pedido  (Jacson Miguel Stülp/CaseMKT)

Aipim é armazenado na câmera fria e entregue às empresas conforme pedido
(Jacson Miguel Stülp/CaseMKT)

Embalamento à vácuo garante manutenção das propriedades dos alimentos  (Jacson Miguel Stülp/CaseMKT)

Embalamento à vácuo garante manutenção das propriedades dos alimentos
(Jacson Miguel Stülp/CaseMKT)

 

Governança aprova propostas para busca de recursos

Reunião definiu em quais áreas serão cadastrados os projetos junto à AGDI

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Santa Cruz do Sul – A governança do Arranjo Produtivo Local de Agroindústria e Produção de Alimentos da Agricultura Familiar do Vale do Rio Pardo definiu as propostas que irão concorrer ao Edital 3/2015 da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção de Investimento (AGDI). A definição ocorreu na última terça-feira, dia 8, numa reunião da governança do APL – VRP, nas dependências da sala Erva Mate da Afubra. Além desta, a pauta do encontro teve outros assuntos debatidos.

O edital 03/2015 vai selecionar projetos prioritários e coletivos que promovam o desenvolvimento regional, para gerarem ganhos econômicos às empresas. Para este serão contemplados projetos de até R$ 1 milhão, a serem aplicados em 18 meses. As categorias são subdivididas em Categoria I – até R$ 200 mil; Categoria II – até 450 mil; Categoria III – até 650 mil; Categoria IV – até 800 mil e Categoria V – até R$ 1 milhão. A região optou em participar das categorias I, IV e V, dando prioridade a proposta da categoria V, cuja decisão é requisito do edital.

O foco deste projeto será a busca de recursos para atender a comercialização de alimentos por instituições, como associação de agricultores e cooperativas, critério estabelecido pela própria governança. Segundo o gestor do APL VRP, Jesus Edemir Rodrigues, a região buscará aplicar os recursos em melhorias para a infraestrutura de beneficiamento, armazenagem e logística. “A submissão de demandas foi aberta para todas as instituições que se enquadravam dentro dos critérios e com foco de comercialização. Câmara fria, veículos para transporte, máquinas e equipamentos para agregar valor aos produtos foram itens apresentados para compor a proposta”, explica Rodrigues.

Durante o encontro também foi apresentada e discutida a proposta da empresa América Estudos e Projetos Internacionais, contratada pela AGDI para elaboração do Plano de Desenvolvimento e Marketing do APL VRP. Esta terá o objetivo de estabelecer um plano de ação para o desenvolvimento local na construção do futuro do APL.

 

Agricultores comemoram boas vendas na Feira da Agricultura Familiar

Produtos oriundos de agroindústrias familiares da região caíram no paladar das pessoas que passaram pelo Parque da Oktoberfest

Feira da Agricultura Familiar ocorreu neste fim de semana em Santa Cruz  (Jacson Miguel Stülp/CaseMKT)

Feira da Agricultura Familiar ocorreu neste fim de semana em Santa Cruz
(Jacson Miguel Stülp/CaseMKT)

Santa Cruz do Sul – Os três dias de Feira da Agricultura Familiar no Parque da Oktoberfest deixaram os agricultores familiares satisfeitos. Organizada pela Regional Sindical Vale do Rio Pardo e Baixo Jacuí, em parceria com a FETAG/RS, Sindicatos de Trabalhadores Rurais e Arranjos Produtivos Locais (APL), a feira atraiu as agroindústrias e seus agricultores para comercializarem seus produtos junto com a Festa das Flores e das Orquídeas, que foi realizada neste final de semana em Santa Cruz do Sul. O intuito foi o de valorizar e divulgar o trabalho das agroindústrias familiares.

Este ano, a Feira da Agricultura Familiar teve a participação de 15 agroindústrias e quatro espaços para artesanato, onde foram comercializados diversos produtos como mel, embutidos, sucos, vinho, cachaça, conservas, cucas e pães variados, melado, rapaduras, geleias. Também contou com uma ervateira no local, fornecendo água e erva para os visitantes, além de uma variada linda de artesanato e cuias confeccionadas pelas mulheres trabalhadoras rurais.

O agricultor familiar Elso Raimundo veio da localidade de Malhada, em Passo do Sobrado, para comercializar seus produtos. Na Nossa Casa Produtos Coloniais Elso, junto com a esposa e o filho, produz geleias, schmier, goiabada, conservas e balas há cerca de dois anos. “Esses espaços são muito importantes para que os visitantes conheçam nossos produtos”, assegura Raimundo, que também estava com ponto de venda na Expointer e tinha uma boa expectativa de ver seus produtos caírem no gosto dos que passavam pela Feira da Agricultura Familiar.

Assim como Elso, estavam outros agricultores familiares, oriundos de outros municípios da região como Agudo, Vera Cruz, Venâncio Aires, Pantano Grande, Vale do Sol, Sinimbu, Rio Pardo, Passo do Sobrado, Arroio do Tigre, e também de outras regiões, como Augusto Pestana, Ilópolis e Garibaldi.

Segundo o Assessor Regional Vale do Rio Pardo e Baixo Jacuí e coordenador da Feira, Cristian Wagner, este é o quarto ano que a regional organizou este espaço e os objetivos foram atingidos. “Ano a ano a procura vem crescendo e este evento sempre é um sucesso, o que reflete nos agricultores. Conseguimos superar as metas de vendas do ano passado e também o número de participantes”, observou.

Wagner destaca que a agricultura familiar vem demarcando seu espaço em eventos por causa do seu poder de mobilização e a população já vem em busca dos produtos, que são diferenciados, diretos do produtor. “Tratam-se de artigos de melhor qualidade”, ressalta Cristian. A próxima participação das agroindústrias será durante a Oktoberfest, em outubro.

Elso Raimundo veio da localidade de Malhada, em Passo do Sobrado  (Jacson Miguel Stülp/CaseMKT)

Elso Raimundo veio da localidade de Malhada, em Passo do Sobrado
(Jacson Miguel Stülp/CaseMKT)

APL- VRP: Feira da Agricultura familiar ocorre no Parque da Oktoberfest

Evento ocorre em paralelo a Exposição de Orquídeas e Festa das Flores neste fim de semana

Santa Cruz do Sul – Neste final de semana, dias 5, 6 e 7 de setembro será realizada a 44ª Exposição de Orquídeas, 10ª Festa das Flores e junto a 2ª Feira da Agricultura Familiar, no Parque da Oktoberfest, em Santa Cruz do Sul. A Regional Sindical Vale do Rio Pardo e Baixo Jacuí, em parceria com a FETAG/RS, Sindicatos de Trabalhadores Rurais e Arranjos Produtivos Locais (APL), estão organizando as agroindústrias e seus agricultores para comercializarem seus produtos, com o intuito de valorizar e divulgar o trabalho das agroindústrias familiares.

Este ano, a Feira da Agricultura Familiar contará com 15 agroindústrias e quatro espaços para artesanato, onde serão comercializados artigos como mel, embutidos, sucos, vinho, cachaça, conservas, cucas e pães variados, melado, rapaduras, geleias. Também haverá uma ervateira no local, fornecendo água e erva para os visitantes, além de uma variada linda de artesanato e cuias confeccionadas pelas mulheres trabalhadoras rurais.

Segundo o Assessor Regional Vale do Rio Pardo e Baixo Jacuí, Cristian Wagner, este é o quarto ano que a regional organiza este espaço. “Este evento sempre é um sucesso e isso reflete nos agricultores. São três dias de muito trabalho e excelentes negócios. Este ano estamos na expectativa de que 15 mil pessoas circulem pelo parque e pelo nosso espaço”, ressalta Cristian.

Feira da Agricultura Familiar ocorre neste final de semana no Parque da Oktoberf  (Divulgação)

Feira da Agricultura Familiar ocorre neste final de semana no Parque da Oktoberf
(Divulgação)

 

Juventude do campo constrói demandas na Conferência

Evento reuniu em torno de 200 pessoas na EFASC em Santa Cruz do Sul

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Santa Cruz do Sul – Na última terça-feira, dia 31, foi realizada na Escola da Família Agrícola de Santa Cruz do Sul (Efasc) a 1ª Conferência Territorial de Juventude, uma promoção do Território Rural Vale do Rio Pardo, que engloba 28 municípios. O tema debatido foram “As várias formas de mudar o Rio Grande do Sul e o Brasil: Protagonismo e garantia de direitos” e consistiu em uma etapa preparatória para a 3ª Conferência Estadual de Juventude que acontecerá em outubro e para a Conferência Nacional de Juventude em dezembro.

Em torno de 200 pessoas, entre jovens e representantes de poder público e da sociedade civil do Território Rural Vale do Rio Pardo participaram das discussões. A conferência contou com a presença do de Marcos Regelin, delegado federal do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) no Estado e o Dionatan Tavares, diretor do Departamento da Agricultura Familiar e Agroindústria da Secretaria de Desenvolvimento Rural do RS, que fizeram uma contextualização das políticas públicas para a juventude rural tantos nas esferas federais quanto estaduais.

Como representante do Conselho Estadual de Juventude do Rio Grande do Sul, Rossana Prux fez um bate papo com a juventude chamando a todos para proporem e pautarem a suas demandas e na oportunidade vários jovens manifestaram as suas experiência anteriores na participação de outras conferências.

O grande momento foi a aprovação do regimento do encontro em plenária, foi tomado de grande empoderamento por parte da juventude, propondo que no regimento do encontro somente jovens de 15 a 29 anos, faixa etária que define jovens pelo Estatuto da Juventude, participassem dos grupos de discussão para levantamento das propostas. Tomados por um entusiasmo coletivo, com gritos de apoio e palmas do coletivo o regimento foi assim aprovado.

Propostas

Como destaque das 22 propostas que irão a etapa da 3ª Conferência Estadual de Juventude estão a garantia do financiamento público através das entidades governamentais estaduais e federais responsáveis pela educação e agricultura para as Escolas Famílias Agrícolas que trabalham com a pedagogia da alternância; a ampliação do programa Bolsa Jovem para custear o período de formação do ensino médio e técnico do jovem e a implementação do Projeto Profissional do Jovem; garantia de que os jovens possam comercializar para mercados institucionais (PAA e PNAE) como grupos prioritários e/ou com incentivos de, no mínimo, 20% da produção provindas dos jovens, obtendo um valor diferenciado (+10%); garantia de acesso à graduação de nível superior para juventude em universidade pública e gratuita na região com cursos que sejam construídos a partir da demanda da comunidade jovem do território, visando principalmente a ocupação dos povos do campo em ambientes universitários da cidade, fortalecendo o acesso a educação superior para jovens agricultores e manutenção e fortalecimento das estruturas governamentais como o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e a Secretaria de Desenvolvimento Rural e Cooperativismo (SDR) que são articuladoras diretas com a agricultura familiar, na qual a maioria dos jovens rurais se encontram.

As propostas serão encaminhadas para a etapa estadual bem como a participação de delegados representantes da conferência. Além disso, foram elaboradas várias moções para a continuidade do Ministério do Desenvolvimento Agrário bem como a Secretaria de Desenvolvimento Rural, apoio a Bolsa Jovem e a soberania alimentar através da produção orgânica.

A conferência foi organizada pela Comissão Organizadora Territorial, através do Comitê de Jovens do Território na qual fazem parte, representantes do poder público (NEDET/UERGS, Prefeitura de Gramado Xavier e EMATER/RS) e da sociedade civil organizada (AGEFA/EFASC e FETAG/STR), contando com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e do CONJUVE/RS.